A faísca da eminente chama protestante.

Em 1369 no vilarejo de Hussinecz, sul da Boêmia, nascia JOHN HUSS. Pastor de uma capela importante em Praga, dedicado aos estudos cristãos, praticante dos ensinamentos humildes e filantrópicos que Jesus nos deixara, aos poucos assimilou a doutrina católica como uma afronta a cristo. Procurou em suas missas “remendar as feridas” espirituais cometidas pelo clero corrupto que assolava a vida européia a vários séculos, e durante o tempo em que dirigiu sua capela foi acumulando seguidores de uma possível reforma protestante já no século XV, muito antes de Lutero e posteriormente, Calvino.

Huss aos poucos começa a ganhar influência através da alta nobreza que freqüenta seus sermões e cada vez mais condenava padres, sacerdotes e bispos, pelos escândalos em que o Clero estava envolvido. Passou a condenar também a SIMONIA – Venda de objetos “sagrados” -, e a INDULGÊNCIA -Venda do perdão -, práticas católicas para obtenção de lucros, e passa a pregar que a bíblia deveria ser traduzida para outras línguas e não só em latim, para que fosse mais difundida. Huss causou mal-estar no alto clero e nesse contexto entra em cena o arcebispo de Praga, um ex-militar chamado ZBYNEK.

Com a autorização do papa, Huss é preso e passa por interrogatórios e tortura presidida por Zbynek que prende também a maior parte dos seguidores de Huss. Em 1415, mesmo com torturas por meio de fogo e mutilações, Huss se nega a rever seus ensinamentos e se declarar um herege e então é condenado a morte na fogueira. Em meio à multidão lhe é permitido uma última chance para se desculpar por seus “crimes”, mas ainda sim ele se nega. Montentos antes da chama ser acessa Huss solta a sua última frase que se tornaria imortal e indicadora de uma grande mudança: “Hoje vocês estão queimando um GANSO (Huss em Boêmio), mas daqui a um século encontrar-se-ão com um CISNE. Esse Cisne vocês não queimarão”. Huss então é queimado enquanto cantava em voz alta uma música cristã.

Preparação da fogueira para Huss.

  • A realização profética.

Em 31 de Outubro de 1517, um pouco mais de um século após a morte de John Huss, precisamente 102 anos, Martinho Lutero (CISNE) um monge e professor de uma universidade católica de Wittenber, cidade localizada no Sacro Império Romano Germânico, cansado com a venda de indulgências na Alemanha, pregou na porta da Igreja de Todos os Santos do Castelo de Wittenber suas 95 teses sobre Justificação, Salvação e Fé. Nelas também deixou bem claro sua oposição para com os erros da Igreja Católica Romana.

Protegido e fortalecido pela nobreza alemã que pretendia secularizar as terras da Igreja Católica de Roma em solos do Sacro-Império, Lutero lutou contra o papa Leão X, que em 1520 redigiu uma carta condenando sua obra e exigindo a retratação do monge, ameaçando-o de excomunhão. Em 1521 o imperador Carlos V convocou Lutero a fim de negar suas idéias num encontro chamado Dieta de Worms. Durante o encontro Lutero reafirmou suas crenças e foi considerado herege. Mesmo com a oposição da Igreja, setores da nobreza alemã resolveram proteger Martinho Lutero.

Lutero na dieta de worms.

Lutero então em meio ao caos em que vivia a Europa central pelas constantes brigas e guerras entre nobreza e clero, redigiu a Confissão de Augsburgo, que continha as bases da doutrina luterana que, entre outros pontos, defendia a salvação pela fé, a livre interpretação do texto bíblico, a negação do celibato e da adoração a imagens, a realização de cultos em língua nacional e a subordinação da Igreja ao Estado. Tais mudanças geraram ainda mais conflitos no império que somente em 1555, com a assinatura da Paz de Augsburgo, os conflitos sociais e religiosos cessaram de vez, dando início a proliferação protestante na Europa nesse período até os dias atuais.

95 teses sobre Justificação, Salvação e Fé

O Cisne Lutero.

Drakulya, o empalador e príncipe do medo.

Príncipe Vlad Tepes Drakulya

O medo é um instinto extremamente necessário ao homem e talvez por isso nós tenhamos atração por ele. O vampiro é um grande personagem do nosso desejo de sentir medo e em todos os lugares é possível encontrá-lo. Quem nunca assistiu a um filme sobre vampiros ou algo similar? Sim, é sinistro e assustador, pensar que há um ser que se alimenta de sangue de humanos. Os vampiros inspiram muitos produtos como bonecos, filmes, desenhos, músicas, roupas e estilos góticos… E tudo isso graças a um livro e um escritor: Bram Stoker, um irlandês que em 1897 publicou um conto sobre uma criatura terrível que matava e tomava o sangue de suas vítimas para se manter viva e forte, que antes de se chamar Drákula, foi chamado por ele de conde vampiro.

Mas antes mesmo de Stoker, a lenda de vampiros assassinos e bebedores de sangue já existia a pelo menos 4 mil anos com vestígios de escrituras e desenhos em algumas das mais antigas civilizações, como a babilônica. Na Roma e na Grécia havia lendas de vampiros que possuíam formas humanas de moças lindas que atraiam suas vítimas usando sua sedução para depois lhe roubarem a vida. Mas apesar das muitas lendas do mundo antigo, a principal fonte de inspiração para a criação de Bran Stoker foi um príncipe romeno que viveu no século XV: Vlad Drakulya, Príncipe de Valáquia.

O príncipe Vlad Drakulya, mais conhecido como Vlad Tepes ( Vlad, o empalador ), foi um príncipe de uma região da Romênia chamada Transilvânia. No período em que esteve no poder, ajudou a conter o avanço islâmico do império Turco-Otomano que assediava a Europa, pondo em risco toda a cristandade já que no ano de 1453, os turcos tinham conquistado a cidade de Constantinopla, antiga capital do império romano oriental. Vlad é lembrado na Romênia como um grande governante que enfrentou os turcos e repeliu todo tipo de desordem, mas sua fama maior é devido ao seu insaciável sadismo que praticou durante sua vida.

Drakulya cometia atrocidades inimagináveis: Empalava – Fincar uma estaca do ânus até a boca – pessoas ainda vivas, mergulhava mães e filhos em água fervente, cortava seus prisioneiros vivos, obrigava seus súditos a cometer canibalismo, queimava-os sem terem cometido algum crime ou ofensa. O príncipe tinha um paladar culinário um tanto exótico, gostava de mergulhar o pão que comia no sangue que escorria de suas vítimas que ainda agonizavam enquanto morriam lentamente no empalamento. Estima-se que Vlad (Diabo em romeno) tenha executado pelo menos 200 mil pessoas cruelmente, fora os inimigos turcos.

Vlad comendo em meio a execuções de prisioneiros

O príncipe tinha herdado de seu pai – Vlad Drakul – o trono do reino e a ordem de Drakul, uma ordem religiosa criada para manter a integridade da cristandade contra os turcos. Quando foi coroado cometeu seu primeiro ato de crueldade, pois convidou para a cerimônia da sua coroação mais de 400 aristocratas além de dois bispos e um arcebispo. Vlad mandou trancar todas as portas do castelo onde estavam seus convidados e em seguida seus soldados empalaram a todos. O príncipe assistiu a atrocidade demoníaca do alto da torre do castelo imaginando o farto banquete que depois faria.

Certa vez o príncipe recebeu emissários e embaixadores de outros reinos balcânicos e estes tinham sobre a cabeça uma espécie de chapéu que não costumavam tirar. Vlad acreditava que diante de um monarca como ele, todos deveriam se curvar respeitosamente tirando qualquer acessório a cabeça, mas aqueles homens disseram-no que de onde vinham não era costume tirá-lo. Drakulya então “gentilmente” mandou pregar os chapéus na cabeça dos embaixadores para que nunca mais precisassem se dar o trabalho de tirá-los. É sabido também que quando um prisioneiro fugiu de um calabouço do castelo, um guarda o seguiu até os aposentos de Vlad. O príncipe matou os dois, pois segundo ele não se pode entrar na casa de um cavalheiro sem ter permissão.

Vlad foi inúmeras vezes aprisionado, tendo ficado mais tempo nas prisões do que em liberdade. Seus hobbies preferidos enquanto estava preso eram praticar torturas a ratos e pássaros, esfolando-os e até empalando-os com estacas em miniaturas. Vlad morreu de forma hedionda em uma batalha contra tropas otomanas, pois estava com armadura típica do exército turco a fim de atravessar a linha inimiga sem ser notado. Foi morto pelos próprios soldados que estavam desavisados do plano do príncipe. Os turcos decapitaram seu corpo e enviaram a cabeça à Constantinopla – capital do império Turco-Otomano – onde foi exposta em público para mostrar a todos que Vlad Tepes estava morto.

Para quem tiver curiosidade sobre a obra de Bram Stoker, basta assistir DRÁCULA DE BRAM STOKER, filme de 1992 dirigido por Francis Ford Coppola, que conta ainda com grandes atores como Gary Oldman (Vlad Tepes), Winona Ryder (Elisabetha/Mina), Keanu Reeves (Jonathan Harker) e Anthony Hopkins (Van Helsing).

Obs: Para criar Drácula, Stoker também se inspirou em outra psicopata da idade média: Elizabeth Bathory. Em breve estarei postando sua história.

Uma Razão!

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A algum tempo conhecemos um pouco mais sobre a principal revolta regencial sulista brasileira. Na minissérie global “A Casa das Sete Mulheres” contava [ou quase] a história da revolta da Farroupilha (1835-1845), além de aquelas baboseiras cotidianas. Para muitos depois de ver Thiago Lacerda como Garibaldi, mostrando um guerreiro honrado com a humildade e virtudes de um verdadeiro líder e amante quase perfeito, não conhece a verdadeira face do histórico mercenário que matava por dinheiro e incitava matanças e verdadeiros horrores humanos em nome da liberdade.

A Cabanagem (1835-1840) foi a maior e mais importante revolta do império, mesmo que tenha tido um período mais curto que a Farroupilha que durou 10 anos, foi a única vez na história brasileira que um movimento com reinvidicação e participação popular depôs um governo e impôs o seu própio, ainda que por pouco tempo atendeu a vontade do flagelado povo humilde (mestiços, índios, negros) da província do Grão-Pará.

A diferença entre as duas revoltas está na razão pela qual lutar e sacrificar toda uma vida! Uma razão que valha a pena deixar órfãos e viúvas! Uma razão que alimenta a coragem quase subliminar que empurra os revoltosos para a morte certa sem que isso afete sua determinação! Essa razão é a esperança.

No caso sulista a esperânça de que seus negócios provenientes do comércio do charque que alimentavam escravos, trabalhadores das minas, dos canaviais e da nova classe trabalhadora do café. Com a alta nos preços desse produto alimentício, o charque originário da Argentina e Uruguai era mais barato porque era isento de impostos, o que resultou em uma rejeição ao charque gaúcho e maiores negociações entre latifundiários brasileiros e estrangeiros platinos. Isso causou uma série de revoltas no sul que originaram a Guerra dos Farrapos.

Para os pobres e esquecidos cabanos que eram compostos principalmente pelo povo ribeirinho e mestiço, não havia outra forma de reinvidicar seus direitos e diminuir a opressão sobre eles, apenas a luta armada de facões e paus – assim como na futura 4ª guerra mundial -, podiam ter suas exigências atendidas e impostas. E assim foi quando em janeiro de 1835 os revoltosos sob a liderança de Antônio Vinagre em apenas um dia tomaram Belém e impulseram seu governo com Clemente Malcher como presidente do Grão-Pará.

Os cabanos lutavam pela liberdade e justiça social, pela conscientização dos governantes sobre suas condições de vidas animalescas e abandonadas.

Os farrapos lutavam pela justiça comercial e incentivo nacional a seus produtos que concorriam com argentinos e uruguaios.

Os cabanos perderam, pois haviam conflitos internos, e por serem pobres e sem estrutura política foram varridos até o último foco de resistência. Para o governo uma negociação com os bastardos da sociedade só alimentaria novos conflitos no Brasil e faria com que houvesse uma conscientização de uma população até então humilde e silenciada pela opressão latifundiária e imperial.

Os farrapos perderam a guerra, no entanto, como seus líderes eram compostos pela elite latifundiária e pecuarista tiveram uma rendição mais em conta pois algumas de suas exigências foram atendidas. Alguns oficiais do exército rebelde se tornaram oficiais com as mesmas patentes no exército imperial, os escravos do exército foram libertados [alguns], além disso conseguiram o tão esperado aumento da taxa alfandegária sobre o charque.

Com todas as suas aparentes igualdades e diferenças, as duas revoltas buscavam algo que estava além de suas reinvidicações, A ESPERANÇA, mesmo que tenham sido impulsionadas por motivos diferentes.

Em sua opnião, qual foi a mais importante para a história nacional?

cabanagem BRASIL ESCOLA

Cabanos

Carga de Cavalaria7868

"Farrapos"

“SAnTÔ Inquisição

Inquisitores

Acusado de heresia prestando depoimento aos inquisitores

A igreja católica definia heresia de acordo com suas pretenções políticas, sociais, bruxas (que nunca foram feias), judeus, reformadores e protestantes. Certa vez Cristo foi perguntado por Tiago e João – dois de seus apóstolos – se algumas cidades que não quiseram dar ouvidos as palavras de Jesus deveriam ser destruídas (Lucas 9:54), jesus horrorizado responde dizendo que veio ao  mundo para salvar as almas dos homens e não condená-los (Lucas 9:55/56).

Mas a igreja católica deve ter arrancado esta página da bíblia, tanto que no período mais negro e violento da idade média, execuções eram realizadas em público e de preferência com muitos populares presentes, pois desse modo a igreja deixava evidente o que acontecia com seus opositores. Não é difícil ligar as constantes matanças com as possessões  demoníacas, pois praticantes e estudiosos de magia negra – eu heim – alegam que o período de  maior infestação demoníaca na Europa foi justamente o espaço de tempo em que a inquisição católica esteve vigente. Para pagãos e praticantes de magia negra só a morte não é necessária, tem que ser  executada e acompanhada de muita dor e sofrimento para que o ritual seja considerada um sucesso.

Em períodos conhecidos como os treze dias do “Sacrifício à besta” o terror e pânico humano deveriam ser amplos e para isso deveria ser usado o fogo para maior prolongamento da dor. Seguindo a linha de raciocínio lógico é evidente que a prática de queimar pessoas era a preferida pelos soldados inquisitores, assim como, por Satanás.

Execução no fogo com grande público presente.

Execução no fogo com grande público presente.

Como já foi dito, um sacrifício agradável e exigido ao deus de toda a maldade, era a prática de sacrifício no fogo, e que deveria atender aos seguintes elementos:

  • Terror puro causando extrema dor ao executado e temor  por parte de quem está assistindo;
  • Execução pelo fogo;
  • Morte as estilo de sacrifícios humanos.

Os católicos percebendo o grande sucesso de suas matanças, criaram o ofício da Inquisição para alocar recursos da igreja afim de ajudar na formação de executores para serem os melhores executores da época. Em outras palavras, uma escola formadora de sádicos. Não devemos esquecer que a principal meta da igreja era aniquilar qualquer tipo de oposição contra ela, portanto, o que antes era apenas uma prática preventiva acabou se tornando “divertida” e viciante já que a matança era cada vez mais comum até porque uma acusação feita por clérigos contra qualquer pessoa equivalia a culpa, mesmo sem qualquer necessidade de provas.

Ficou evidente que as mulheres eram as maiores vítimas do terror e agonia da inquisição, visto que eram taxadas pela igreja como criação de Satanás, pois seria Eva a principal culpada pela perdição humana. Há registros dos próprios clérigos sobre práticas sexuais entre eles e as paroquianas, essas que não ousavam a se negar a tais ordens principalmente pelo medo de alguma retaliação. Podemos imaginar um padre molestando sexualmente uma moça, ela concerteza não o denunciaria pois ele poderia mandá-la a inquisição taxando-a de bruxa sem qualquer prova ,pois como já foi dito, uma acusação equivalia a culpa e na idade média a mulher deveria ser totalmente submissa ao homem. Não é atoa que Joana D’arc apresentava uma afronta a igreja porque representava uma mulher a frente do seu tempo e sobre o pretexto de visões demoníacas a igreja a executou na fogueira. Mas se ela foi uma herege para a igreja, porque então ela foi feita santa? Vai entender o mundo.

Com o tempo a tortura não só entrou no cotidiano da igreja, mas também de parte da sociedade pois o espírito e práticas demoníacas varria todo o mundo medieval. Na figura ilustrativa abaixo, uma das formas mais cruéis de tortura era assistidas pela janela por pessoas ricas e cultas, já que as execuções haviam se tornado uma forma de entreterimento. Lembrem-se de que a dor extrema é considerada uma degustação puramente demoníaca.

Nobres e clérigos assistindo a uma tortura.

Nobres e clérigos assistindo a uma tortura.

Lembrem-se leitores que tal prática era chamada de Santa Inquisição, agora imagina se fosse tribunal da demoníaca inquisição. Entretanto a grande pergunta feita por mim aos leitores  seria: – O que significa para a igreja a mensagem sublime de Jesus Cristo, mestre dos mestres,  com relação ao perdão e julgamento? -  Quem nesse mundo pode ser dotado  de tal poder para julgar e condenar outras pessoas se Jesus não condenou nem mesmo seus executores e morreu para pagar nosssos pecados?

Façamos um minuto de silêncio aos milhões de vítimas da inquisição.

Próxima postagem: Malleus Maleficarum.

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RENOVAÇÃO JÁ!

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Brasileiras e Brasileiros…Meu povo… Não adianta acreditar que a solução para eliminar a corrupção está nas mãos dos atuais políticos, até porque eles já sabem que a muito tempo são reeleitos, e não será agora que isso mudará. Por isso o movimento “Não reeleja ninguém” tenta mudar a história de coronelismo existente a mais de um século no país, desde a consolidação dos currais eleitorais do maldito Campo Sales até tempos atuais em que famílas de antigos coronéis ainda comandam a política brasileira como Sarney e os ACM da Bahia.

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Projeto Lebensborn

Características nazista de alemão ideal.

Características nazista de alemão ideal.

Heinrich Himmler, comandande da SS criou um programa altamente secreto e terrível durante o período nazista alemão. Esse projeto a que foi chamado de Lebensborn ( Projeto Primavera ) tinha como objetivo a germanização de crianças raptadas pelo exército vindas de outros países e o aumento da taxa de natalidade dentro da Alemanha. Tais crianças deveriam possuir “características arianas” como cabelos loiros e olhos azuis, e uma vez que raptadas em outros países eram levadas à Alemanha para serem confinadas em orfanatos, onde deveriam receber educação alemã e que aos poucos seriam forçadas a esquecer seus pais e seus lares de onde tinham sido retiradas, para que no fim de sua germanização fossem adotadas por famílias alemães. Muitas crianças não aceitavam tais ensinamentos e não esqueciam suas origens e por isso eram enviadas aos campos de concentração nazistas onde seriam mais tarde executadas nas câmaras de gás.

Acredita-se que ao menos 250 mil crianças tenham sido raptadas dos países ocupados pelos nazistas no leste europeu durante a guerra, e que somente 25 mil delas tenham retornado para seus lares verdadeiros depois da guerra. A grande maioria acabou sendo exterminada nos campos de concentração e os que tinham sido adotados por alemães acabaram não retornando ao seu lar por vontade propria pois tinham sido alvos da propaganda nazista.

Outra prática do projeto foi o estímulo da taxa de natalidade dentro do Terceiro Reich, pois Himmler criou casas e retiros onde mulheres jovens e “arianas” eram estimuladas a manter relações sexuais com oficiais da SS para fins reprodutivos, e seu principal objetivo com seu plano era o aumento quantitativo do exército alemão resultante de um crescimento populacional. Ao nascer essas crianças não teriam presença dos pais e seriam criados pela SS para ter uma educação nazista e com uma idade média seriam adotados por pais alemães. Poucas crianças até hoje resultante desse programa conheceram seus pais biológicos e observa-se que um número grande dessas pessoas hoje apresentam autismo causado por não terem recebido afeto e cuidados dos pais durante seu crescimento e sim ensinamentos rígidos e violentos da SS.

Soldado nazista retirando uma criança de sua família

Soldado nazista retirando uma criança de sua família

VRILL, HIMMLER E A SOCIEDADE THULE.

Ainda hoje e talvez por muito tempo ainda, muitos se perguntarão sobre os verdadeiros motivos que levaram os nazistas de Hitler a cometer tamanhas atrocidades antes e durante a segunda grande guerra. Alguns fatos que levaram a ascenção e até mesmo a decadência nazista foi a prática de paganismo entre seus principais membros.
Muitos conhecem que a limpeza étnica judaica conhecida como Solução Final, era a idéia quase que primária de Hitler, mas poucos conhecem o fato do culto de uma seita interna da alta corte do partido ( Hitler, Himmler, Göring, Goebbles e Rudolf Hess ). Essa seita misteriosa conhecida como sociedade THULE, estimulava a prática e costumes nórdicos.
O principal ensinamento desta seita era a prática de uma magia chamada VRILL, que emanecia dos astros celestes que serviam de moradia aos lendários deuses nórdicos. Segundo as lendas nórdicas esta força poderia ser manipulada por homens e que seus primeiros detentores teriam sido os homens arianos que se estabeleceram na região do himalaia a milhares de anos, e que teriam sido os principais descendentes dos deuses, sendo assim, semi-deuses.
Estas idéias foram cultivadas principalmente por Heinrich Himmler ( Comandante Supremo das SS ) e que diziam ser o membro mais fiel a essa doutrina.
Himmler segundo consta arquivos e testemunhas, mandou construir um palácio para todos os altos membros da SS, e que foi erguida com mão-de-obra escrava de judeus, ciganos e outras etnias hostilizadas pelo nazismo. A principal e mais demorada parte do palácio SS que deveria em breve se tornar uma escola militar, era uma sala oval construída exclusivamente para a prática do vrill e onde estavam 12 assentos, uma para cada general ou marechal da SS além do próprio Himmler. Há quem diga que esta seria uma alusão a história do rei Artur e a Távola Redonda.

No centro da sala, que detinha uma estrutura acústica, havia um buraco onde Himmler e seus líderes SS cometiam sacrifícios animais e até mesmo humanos durante sessões da seita. Outras experiências eram praticadas como submeter prisioneiros a um frio extremo até atingir o ponto de hipotermia corporal e que depois tentavam devolver a temperatura normal do corpo colocando prostitutas nuas em cima dos prissioneiros.  Alguns sobreviventes dizem que um fogo inigmático emanava do circulo central da sala, que repressentaria para os maçons a energia VRILL.

Estes rituais faziam parte de toda a cúpula nazista e que seriam mais tarde na eventual vitória alemã na guerra, introduzida nos costumes e vida germânica para que assim o plano de conquista mundial ariana fosse bem executada.

…………………felizmente não foi bem assim.

Os últimos cristãos.

Após EDITO DE MILÃO queda da moralidade cristã.

Após EDITO DE MILÃO queda da moralidade cristã.

O que realmente foi ensinado pelo mestre dos mestres foi esquecido com o tempo. Toda a pureza e simplicidade sublime dos seus ensinamentos caíram no esquecimento com as táticas católicas para fins lucrativos.
Antes disso ocorria em Roma um movimento crescente de uma prática até então condenada pelos imperadores e patrícios, pois acendia a idéia de liberdade não só física, mas espiritual, o que significava um golpe na figura “divina” do imperador. Os verdadeiros e últimos cristãos, eram flagelados romanos (Escravos, prostitutas, doentes mentais e físicos, prisioneiros, gladiadores, entre outros) e viam nesse novo conceito de religião uma maneira muito eficiente de esquecer seus sofrimentos diários submetido pelo império.

Por mais que os massacres contínuos contra os cristãos ocorria, a mensagem verdadeira de cristo foi aos poucos entendida pelos próprios cidadãos romanos, pois a medida que a censura aumentava,  aumentava também a admiração popular romana pela dedicação de tal prática.  Os primeiros e últimos cristãos não conheciam o significado de vingança, ressentimento ou medo pois mesmo sabendo que a aproximação de soldados de suas reuniões secretas poderia resultar em prisões e até mesmo a morte, eles desejavam repassar a os ensinamentos aprendidos a qualquer um, mesmo a quem os reprimia e isso demonstrava a beleza e sublimidade de suas crenças.

Temendo a crescente horda cristã por todo o império até mesmo entre os patrícios, em 313 D.C, o imperador Constantino permite por meio do EDITO DE MILÃO o culto livre do cristianismo em todo o império, e isso se torna o embrião da corrupção dos cristianismo vista hoje. E finalmente com uma visão de fins lucrativa por parte dos patrícios acaba por ocorrer o inevitável…A igreja católica.