Os últimos cristãos.

Após EDITO DE MILÃO queda da moralidade cristã.

Após EDITO DE MILÃO queda da moralidade cristã.

O que realmente foi ensinado pelo mestre dos mestres foi esquecido com o tempo. Toda a pureza e simplicidade sublime dos seus ensinamentos caíram no esquecimento com as táticas católicas para fins lucrativos.
Antes disso ocorria em Roma um movimento crescente de uma prática até então condenada pelos imperadores e patrícios, pois acendia a idéia de liberdade não só física, mas espiritual, o que significava um golpe na figura “divina” do imperador. Os verdadeiros e últimos cristãos, eram flagelados romanos (Escravos, prostitutas, doentes mentais e físicos, prisioneiros, gladiadores, entre outros) e viam nesse novo conceito de religião uma maneira muito eficiente de esquecer seus sofrimentos diários submetido pelo império.

Por mais que os massacres contínuos contra os cristãos ocorria, a mensagem verdadeira de cristo foi aos poucos entendida pelos próprios cidadãos romanos, pois a medida que a censura aumentava,  aumentava também a admiração popular romana pela dedicação de tal prática.  Os primeiros e últimos cristãos não conheciam o significado de vingança, ressentimento ou medo pois mesmo sabendo que a aproximação de soldados de suas reuniões secretas poderia resultar em prisões e até mesmo a morte, eles desejavam repassar a os ensinamentos aprendidos a qualquer um, mesmo a quem os reprimia e isso demonstrava a beleza e sublimidade de suas crenças.

Temendo a crescente horda cristã por todo o império até mesmo entre os patrícios, em 313 D.C, o imperador Constantino permite por meio do EDITO DE MILÃO o culto livre do cristianismo em todo o império, e isso se torna o embrião da corrupção dos cristianismo vista hoje. E finalmente com uma visão de fins lucrativa por parte dos patrícios acaba por ocorrer o inevitável…A igreja católica.